terça-feira, 5 de junho de 2012




Foi rápido...
E daqueles... 
Suficientemente avassalador, inexplicavelmente inesquecível,
 Professor da vida.
Mesmo que tenha sido um amor quietinho, um amor sozinho, um amor de longe...
Mesmo que tenha sido um amor que não sabia o que era pra ser, ou como não sabia o que fazer...
Mesmo que tenha sido um amor perdido, um amor medroso e meio desajeitado...
Um amor meio torto, meio desnorteado, 
Foi amor... Por descuido foi amor e permanece sem razão.





"...As suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava
Amor eu sinto a sua falta
E a falta, é a morte da esperança
Como um dia que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo
Coisa muito frágil
Uma bobagem
Uma irrelevância
Diante da eternidade
Do amor de quem se ama
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei?
Foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei?
Algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me falta..."







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