quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

"A paz que eu preciso..."

"Eu não preciso de muito...
Bastaria uma mesa para pôr os livros
Uma saia pelas pernas
Indiana,
Que é pra encher de cor,
Tudo que perdeu o brilho.
Um fone em meio aos ouvidos
Para poder melhor perceber
Quando for a hora do acorde mudar.

Eu não preciso de muito...
Sentir a terra,o ar,
O calor invadir meu pudor
E eu prestes a me jogar.
Sentir o vento,o frio
A coragem invadir meus desafios

Não preciso de rima pra rimar
Nem remo pra remar
No entanto um olhar
Cairia bem.

Eu não preciso de muito...
Observar um incenso
De canela,que é pra adoçar
Invadir a sala e ir além
Que seja doce,assim.

Quero equilíbrio,quero branco
Quero rede,quero colo
Eu quero...
Eu quero assim...
Não precisa ser muito."

sábado, 4 de dezembro de 2010

Menina mulher

Se me perguntassem o que sou, eu diria: Impulsiva.
Não sou indiferente a nada, tudo me toca.
Só consigo agir a partir de alguma emoção.
Se eu parar pra pensar...
Eu paro e não ajo. Ação pra mim tem que ser no calor do momento. Com a pele arrepiada e a voz sobressaltada.
Planejar é algo muito matemático para quem acredita na influência dos ventos e dos corações.
E como diria Martha Medeiros
"Não tem nada a ver, com gostar ou não de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito já me perdoei."